Rotina parte II: Hábitos Alimentares – GiouGiou, Café e Purpurina

habitos alimentares

Fonte: http://factuol.co.vu

No início desse ano eu resolvi mudar, e não só nas palavras, esse ano eu comecei a realizar. No meu primeiro post dessa série “Rotina” eu falei sobre como eu organizo meus estudos, e agora eu vou contar do meu processo de mudança alimentar.

A primeira coisa que eu fiz foi marcar meus médicos. Já com os exames de sangue passados pela Clinica Geral em mãos, fui à nutricionista. Não sei como, pois meus hábitos alimentares sempre foram horríveis, meus exames estavam bons, e junto com ela tracei uma dieta respeitando todos os meus horários de comer, apenas substituindo o que estava ruim e cortando o que estava errado. É super importante que haja esse acompanhamento, galera, beleza?!

Eu preparei para hoje, então, um papo falando o que eu como na rua (escola/curso/dias de estudo na biblioteca…). Já faz uns quatro anos que quase não como na cantina da escola, e de dois anos para cá aboli isso da minha vida. @Deusa obrigada!

O meu primeiro passo eu já falei em dois posts aqui no blog – aqui e aqui que é carregar uma garrafinha de água na bolsa, principalmente porque é praticamente o único líquido que eu estou bebendo, já que cortei refri e até suco só de vez em quando. O segundo é carregar sua própria comida. Eu levo potinhos sem vergonha alguma, para ser mais exata, eu levo potinhos de personagem, garfinho/colher da Disney mesmo, que como esses são menorzinhos, é melhor de carregar.

Para a escola eu levo sempre dois lanches, já que tenho dois recreios. Para o primeiro, é sempre um sanduíche. O pão é sempre integral (pão de forma 100% integral com castanhas e semente de girassol, ou pão árabe integral), e uma pastinha delícia, que é feita da seguinte forma:

2 ovos caipiras cozidinhos;

2 colheres de queijo cottage.

Amassa o ovo cozido todo, bem amassadinho. Depois adicione as duas colheres de cottage e, se quiser, um pouquinho de sal. Na montagem do sanduíche, essa pastinha rende três. Ainda adiciono uma saladinha (alface + tomate) e fica uma delícia!

O meu segundo lanche é uma fruta. Visando praticidade, levo mais banana.

À tarde o lanche é quase o mesmo. Uma fruta, que costuma ser maçã, pêra ou maçã verde, porque essa é opcional, então caso eu não coma, ela fica para o outro dia; e um pão, que varia dependendo do lugar para o qual eu estou indo. Quando eu vou para um lugar que tem uma sanduícheira (não sei como é chamada na sua cidade, mas é aquele negócio que liga na tomada para fazer misto quente) a minha disposição, levo um queijo frio para esquentar, ou seja, pão de forma com três fatias de queijo minas frescal.

Outra coisa muito importante que eu faço é transportar tudo isso em bolsinhas de pano e vasilhas, nada descartável, porque assim o meio ambiente agradece, não é mesmo? Eu só uso vasilhas, assim como minha garrafinha, Tupperware, que embora caras, duram uma vida. As minhas eu já tenho, na maioria, há algum tempo, então é bem possível que não se encontre mais igual, mas talvez com uma nova cor/pergonagem.

Na minha mochila para um dia inteiro na rua sempre tem:

* Sanduicheira (essa é uma vasilha que porta o sanduíche) da Hello Kitty;

* Pratinho (que eu ponho o segundo sanduíche, porque não sei onde está minha outra sanduicheira, que é so Shrek) da Minnie;

* Potinho de 140ml ou da Hello Kitty ou um de uma nova coleção, que tem a tampa amarelinha, onde eu ponho uma banana fatiada;

* Saquinho de pano (se sujar, joga na maquina e tá tudo certo) para carregar meus talheres;

* Faca e garfo em tamanho mini (aqueles de criança mesmo);

* Outro saquinho de pano para carregar minha fruta da tarde.

Ah, e para preparar isso tudo, acordo pontualmente às seis da manhã para fazer tudo com muita calma, amor e paciência!

Um beijo, um abraço, fui!

GiouGiou =)

gio

Giovanna Abraçado Quitete tem dezesseis verões completos, é papagoiaba, nascida na região da Grande Rio de Janeiro, seu apelido favorito é ‘GiouGiou’ e sonha – e vai – ser professora de História. Gosta de ler, de ouvir Elis Regina e de visitar museus. No Instagram ela é @ggquitete, no Twitter ela também é @ggquitete e no Snapchat é só tirar o @ e ela é ggquitete.

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Rotina parte I: Organizar e planejar os estudos – GiouGiou, Café e Purpurina

estudos

Por mais chato e clichê que possa parecer, ter uma rotina é realmente necessário. E olha que eu digo isso por experiência própria!

Não vendendo meu peixe, longe disso, eu sempre tirei notas boas, sem me organizar muito. No ensino fundamental. Porque quando chegou o Ensino Médio, oh Jah! Primeiro, eu tive a pior turma da minha vida na primeira série, prefiro até não comentar. Só que esse ano… Esse ano GiouGiou chegou para passar pra UFF e só não ir por causa da idade. Esse ano eu estou Padrão GiouGiou.

A minha dica é: PLANINHO DE ESTUDOS.

Existem vários sites, youtubers, e todo o tipo de informação na internet que te auxiliam a montar seu próprio horário de estudos, de acordo com as suas necessidades. Mas muitas vezes, como no meu caso, algum professor seu pode fazer para você. Eu fiz o meu com o meu professor de Química – Valeu, Marquinhos! Você é o cara! –, ele respeitou todos os meus horários, priorizou minhas específicas e frisou que eu não posso ficar zumbi de estudar, e isso é muito importante. Sempre tem um carinha na sua escola que pode te ajudar com isso; ano passado eu fiz com a psicóloga, e também foi bem legal, mas foi um pouco menos rígido porque o foco era outro.

Bom, certamente quem vai fazer o seu plano contigo, o que eu mais indico, alguém com experiência, tem conhecimento sobre os modos de você atingir seu objetivo, ou seja, vai te preparar para isso. Eu quero História na UFF, ou seja, ENEM. Então meu plano tem Humanas em grande quantidade e Redação forte, o resto, vejo uma vez por semana, mais na revisão diária(+ 1 ou 2 vezes). É, revisar todo dia o que a gente viu em sala. Pode parecer bobeira, mas olha… Faz uma santa diferença!

Uma coisa muito importante é não forçar muito, o “virar zumbi” que eu já citei. Como eu dou aula a tarde e faço curso, foi preciso adaptar a esses horários. Em um primeiro momento botamos tempo de estudo para depois da aula das minhas crianças, mas com algumas semanas percebi que eu não estava me sentindo bem daquela forma. Então cortamos as aulas depois do meu Big Box. Tem gente que também estuda sábado e domingo, mas eu preferi ficar só com o sábado de estudo e domingo descansar.

Eu tenho uma rotina cheia, mas eu consigo levá-la bem, até então. Caso esse cenário mude, vou adaptando o plano até se adequar ao que me faz bem.

Atualmente meu plano é da seguinte forma:

  • Segunda e Quarta: Revisão Diária (a famosa R.D.), 15:00-17:00, 17:45-19:00 eu dou aula, e às vezes estudo por fora disso, no caso, depois, mas é nesse horário pós 19h que normalmente eu organizo minha dieta (fica aí um spoiler?).
  • Terça: R.D. 15:00-17:00, Química 17:30-19:30, Física 20:00-22:00.

E sempre seguindo esse esquema de horários mais ou menos. Aos sábados eu começo a estudar às 9h, e normalmente acordo às 7h para poder tomar café tranquila, um banho para acordar e focar no estudo, que vai até às 20h.

É claro que eu não sou um robô, e entre um “tempo” e outro, tenho uma pausa de meia hora, seja para comer ou conversar com o crush, as pausas são muito necessárias e precisam ocorrer! É preciso recompor a mente para uma nova atividade.

Existem outras pequenas atitudes que podem ajudar muito também a melhorar o rendimento do estudo, tanto no ato, quanto por fora.

Um ambiente bem iluminado, mesa sem muitas coisas, silêncio, além de ter todo o material que vai precisar em mãos para que não se distraia com outra ciosa no caminho. Fazer um cantinho se estudos no quarto mesmo é muito legal, ou se puder, um mini escritório também é ótimo, eu tive o primeiro no meu antigo apartamento, e agora, como tenho mais espaço, tenho o segundo.

Alimentar-se bem e praticar exercício físico também pode auxiliar. “Mente sã, corpo são” e vice-versa, não é mesmo?

Um beijo, um abraço, fui!

GiouGiou =)

gioGiovanna Abraçado Quitete tem dezesseis verões completos, é papagoiaba, nascida na região da Grande Rio de Janeiro, seu apelido favorito é ‘GiouGiou’ e sonha – e vai – ser professora de História. Gosta de ler, de ouvir Elis Regina e de visitar museus. No Instagram ela é @ggquitete, no Twitter ela também é @ggquitete e no Snapchat é só tirar o @ e ela é ggquitete.

6 Dicas para passeios culturísticos + 2 Lugares no Rio – GiouGiou, Café e Purpurina

Quem mais de perto me conhece – e muita gente também sabe pelas minhas redes sociais – eu amo sair por aí com uma boa companhia e conhecer museus, visitar pontos turísticos, agregar coisas novas ao meu mundinho visando expandi-lo cada vez mais. Pensando nisso, reuni algumas diquinhas para quem quer sair e não passar um aperto na rua, e ao final, algumas diquinhas de dois lugares que eu visitei no Rio e vale a pena você visitar também. Ah, e deixar registrado aqui a gratidão à minha madrinha, que me ensinou isso tudo rs!

Saia com uma mochila ou bolsa confortável de carregar

Se tem uma coisa que eu aprendi, é sempre andar de mochila. Além de eu gostar, é possível colocar várias coisas ali dentro, fazer um kit sobrevivência para garantir o sucesso do passeio.

Sempre carregue uma garrafinha d’água na mochila

Deveria existir uma lei que fizesse com que todos andassem com uma garrafinha – ah, no meu último texto eu falei de pequenas atitudes ecológicas e falei qual garrafinha eu uso, é só clicar aqui ALANA, POR FAVOR, PÕE ESSE LINK MANEIRO AÍ RSRSRS! BJÃO, TE AMO! (Feito link aqui galera!) – e mais ainda que existissem bebedouros de água filtrada na rua, porque olha… Manter-se hidratado é o primeiro passo para não ter que interromper o programa. O esquema é o seguinte: já sai de casa com a garrafinha cheia, e onde você passar e puder enchê-la gratuitamente, agarra a oportunidade, se hidrata e ainda economiza um dinheirinho.

Comidinhas

Eu sinto muita fome na primeira parte do dia, justo a hora que eu normalmente estou na rua quando saio para visitar algum lugar, que, ou não tem onde comer, ou é muito ruim, ou é muito caro. Para lidar com isso, eu costumo levar uma vasilhinha com alguns pãeszinhos do tipo bisnaguinha, pelo menos é esse o nome que dão por onde eu moro.

Mas agora eu estou em um processo de transição alimentar, mudando meus hábitos e aumentando minha disciplina – posso inclusive falar disso em um próximo texto, comentem se for interessante =) –, então o lanchinho em um próximo passeio será adaptado para algo como um sanduíche de pão 100% integral e frutinhas.

Casaco e guarda-chuva

Não importa para onde está indo, não importa a previsão do tempo, ou qualquer outra coisa, o tempo sempre pode virar de repente e você precisar do guarda-chuva, ou o museu é frio demais, ou o ônibus é congelado, ou faz frio mesmo do nada, coisa que não acontece no Rio, infelizmente rs!

Sempre use uma roupa confortável

Desde que fui ao Museu do Amanhã, um museu altamente interativo, e vi uma mulher com vestido e salto agulha, eu fiquei neurótica. Meus amores, vistam uma legging ou um short, uma blusa levinha e um tênis. Pode parecer bobeira, mas às vezes, tomara que não, ocorre uma emergência, e aí, como é que a gente fica? Além do conforto que um vestido não oferece, pelo menos para mim, que quando saio, saio às seis da manhã e só volto bem a tarde.

Registre! =)

Registrar não é só ter fotos. Ao chegar a casa, ao hotel/pousada/hostel, tenha um caderninho e anote cada lugar que visitou junto a tudo o que aprendeu lá, dessa forma, mesmo que esqueça, terá registrado para ter sempre um pedacinho daquela viagem/passeio guardadinho no coração.

CCBBRio de Janeiro 

Não sei em outros lugares, mas o CCBB do Rio possui duas exposições GRATUITAS, e super desvalorizadas, que são super legais. Uma conta a história do Banco, fundado ainda no Período Joanino(1808-1821) por D. João VI, com peças originais que compuseram salas em algum momento da sua história; e uma segunda chamada Galeria de Valores, que expõe um acervo enorme com moedas do mundo inteiro e de várias épocas diferentes.

MARMuseu de Arte do Rio 

Ele fica bem ali pertinho do Museu do Amanhã, mas é esquecido por muita gente. Trazendo arte “de verdade” e abrindo espaço para artistas nacionais, o MAR abre as portas GRATUITAMENTE todas as terças-feiras (e pago nos outros dias da semana), com muita coisa interessante e diferente para explorar dentro de ti algo que você não sabia que existia.

Um beijo, um abraço, fui!

GiouGiou =)

gio

Giovanna Abraçado Quitete tem dezesseis verões completos, é papagoiaba, nascida na região da Grande Rio de Janeiro, seu apelido favorito é ‘GiouGiou’ e sonha – e vai – ser professora de História. Gosta de ler, de ouvir Elis Regina e de visitar museus. No Instagram ela é @ggquitete, no Twitter ela também é @ggquitete e no Snapchat é só tirar o @ e ela é ggquitete.

Transtorno necessário: preciso falar de meio ambiente – GiouGiou, Café e Purpurina

Eu realmente não queria ter que ser obrigada a dizer às pessoas que existem pequenas atitudes do dia a dia que podem ajudar a melhorar a situação ecológica do planeta, mas eu me senti obrigada a falar disso depois de um fato que aconteceu comigo outro dia.

O Carnaval é uma das minhas datas favoritas. Sempre saio na sexta-feira e no resto dos dias eu fico em naqueles famosos blocos: UDN(Unidos da Netflix), UDMPPED(Unidos da Matéria para Por em Dia) e o UDLA(Unidos da Leitura Atrasada). Mas para que os blocos ocorram dentro dos conformes, a gente precisa ir ao mercado e abastecer a dispensa de muita comida, só que eu e meu pai acabamos esquecendo algumas coisas e eu tive que voltar ao mercado sozinha depois para comprar.

“Giovanna, vá à rua, por favor, comprar umas paradinhas lá que esquecemos.”

Prontamente calcei minhas Havaianas da Wonder Woman, peguei minha ecobag da Frida, minha carteira e celular e fui. Precisava comprar dois ou três produtos. Fiz como de praxe, mas em um mercado diferente do que costumo ir.

“Por favor, não ponha em sacolinhas plásticas, eu trouxe essa bolsa.”, e dei minha ecobag favorita para que a moça pusesse minhas compras, mas ela não o fez, botou tudo nas sacolinhas do mercado. Paguei minhas coisas e, com a boa vontade que ela não teve, retirei tudo das mesmas bolsinhas e pus na minha. Ela me fuzilou com o olhar, mas será que ela sabia que cada uma dessas bolsinhas leva de 100 a 400 ANOS para se decompor? Pois é…

Além de ecológicas e econômicas, essas bolsas também são baratas e bonitas. Para quem gosta de uma coisa mais alternativa, como eu, as minhas são do site Dom Camisetas, mas para quem gosta de coisas mais fofinhas, sempre tem aquela lojinha no centro da cidade que vende esse tipo de bolsa. Só tem que conferir se a bolsa é realmente resistente e ecológica. Nesse site que eu compro, por exemplo, eles já dão essa dica antes mesmo de adicionar ao carrinho: “as sacolas de brim são ideais para quem quer carregar seus livros para a escola, para quem faz compras e precisa de uma sacola resistente, para quem quer abandonar essa cultura poluidora do uso de sacolas plásticas dos supermercados”.

Outra atitude que pode mudar muita coisa é carregar uma garrafinha na bolsa. Nos é recomendado ingerir 2l de água por dia e além de conseguir controlar essa quantidade tendo como referencial a quantidade de garrafinhas – a minha por exemplo é de 500ml, então eu tenho que beber quatro vezes ela inteira todos os dias –, tem outros benefícios. Vamos pensar: se é preciso beber 2l de água todo dia, isso são quatro garrafinhas de água, aproximadamente e se cada uma delas custa, em média, R$3, por dia já são R$12 e aproximadamente 200 ANOS para cada uma daquelas garrafinhas se decompor na natureza.

Eu uso a minha garrafinha da seguinte forma: sempre encho-a de água em qualquer lugar que eu chegue e tenha água de graça, como em shoppings, na escola, no curso, além de já sair de casa com ela cheia; é uma filosofia minha não pagar por água ao menos que seja um caso extremo. Mais uma vez eu comprei um produto com “eco” no nome, a “ecotupper”, da Tupperwere, que embora hoje esteja custando meio caro, na época que eu comprei era menos da metade do preço, o produto é de super qualidade e dura muitos e muitos anos. Ela também não é térmica, e para mim isso não faz diferença, mas se faz para você, existem muitas lojinhas de artesanato que vendem bolsinhas térmicas que as próprias pessoas da cidade fazem, o que mais uma vez é muito legal porque você compra do pequeno empreendedor, o que além de ajudá-lo a crescer, não banca o alto empresariado, que a gente sabe que não cheira muito bem, já dizia Cazuza que “a burguesia fede, a burguesia quer ficar rica” e que “enquanto houver burguesia não vai haver poesia”.

A minha última “dica” de coisa que eu faço que além de ser bom pra natureza me ajuda muito é a dica do copinho de café. Ser viciado em café é uma tendência de todo jovem vestibulando, universitário e de pessoas que moram em lugar frio, mas todo mundo deveria tomar café porque é muito bom, rs! Por ser frequentadora assídua do Starbucks e por colecionar copos, minha madrinha me deu um copo de café quente reutilizável de lá. Ele é igual ao de papel, mas é de plástico e você pode lavar e usar 835mil vezes se quiser. Mesmo na minha cidade não tendo essa cafeteria, eu ando com ele na mochila, porque eu sempre compro café na padaria quando eu estou indo pra escola, principalmente no inverno, quando os termômetros baixam muito por aqui, chegando às vezes a 0°C, como foi no ano passado. Se você está disposto e/ou quer investir num copo térmico, também é bem legal. Eu tenho um que, infelizmente não achei na internet para linkar aqui, já que veio de fora, mas eu comprei um aqui na minha cidade para a minha mãe e também funciona muito bem, ele é da Ludi e a minha mãe é de capricórnio – pausa pro choro. O copo reutilizável do Starbucks também não está no site deles, mas não é tão difícil achar uma loja deles por aí.

Como consideração final, eu separei uma tabelinha para vocês pensarem um pouco antes de jogar lixo no chão ou não separar para a reciclagem.

  • Papel: 3 meses
  • Casca de frutas de 3 meses
  • Guardanapos: 3 meses
  • Palito de fósforo: 6 meses
  • Pontas de cigarro: de 1 a 2 anos
  • Embalagens de papel: de 1 a 4 meses
  • Fósforo: 2 anos
  • Jornal: 2 a 6 meses
  • Papel: 3 anos
  • Chiclete: 5 anos
  • Nylon: de 30 a 40 anos
  • Garrafa de plástico: mais de 100 anos
  • Tecido de 100 a 400 anos
  • Latas de alumínio: de 100 a 500 anos
  • Tampas de garrafas: de 100 a 500 anos
  • Sacos e copos plásticos: de 200 a 450 anos

Um beijo, um abraço, fui!

GiouGiou =)

gio

Giovanna Abraçado Quitete tem dezesseis verões completos, é papagoiaba, nascida na Grande Rio de Janeiro, seu apelido favorito é ‘GiouGiou’ e sonha – e vai – ser professora de História. Gosta de ler, de ouvir Elis Regina e de visitar museus. No Instagram ela é @ggquitete, no Twitter ela também é @ggquitete e no Snapchat é só tirar o @ e ela é ggquitete.

Carreira: Por valor ou por amor? -GiouGiou, Café e Purpurina

Recebam com carinho a nova integrando da equipe do blog, a Giou que vai falar sobre vários assuntos diferentes duas vezes por mês!

No ano que eu completei meus catorze, dois anos atrás, minha vida mudou completamente. Mudei de casa, de cidade, de escola e ‘de eu mesma’. Eu morava em uma cidade metropolitana do estado do Rio e de repente me vi quase no interior.

Cheguei aqui com o desejo da medicina. Fui matriculada por meu pai em uma escola que me desse suporte para conquistar a minha tão sonhada vaga e me tornar alguém como Meredith Grey, Cristina Yang ou Alex Karev. Assistia fascinada a ‘Grey’s Anatomy’ e ‘House’, e realmente achava que a vida de médico era aquilo ali. Nos primeiros dias de aula do meu então nono ano fundamental eu já desfilava pelos corredores com meu uniforme escrito ‘MEDICINA’. Os professores entravam na sala e naquela atividade rotineira de início de ano eu respondia: ‘Meu nome é Giovanna, eu tenho catorze anos e quero fazer medicina’. Essa vontade já me preenchia há algum tempo, uns dois anos talvez.

O meu coração, na verdade, sempre me disse para eu ser professora; desde muito pequena ser professora era a minha brincadeira favorita. E nesse início de dois mil e quinze, eu comecei a ver que era uma coisa difícil, sim, mas muito legal e recompensadora. Comecei a perceber que eu era muito mais feliz quando alguém me pedia ajuda em matemática ou história do que quando eu me imaginava de jaleco, em meu consultório e com muito dinheiro. É, eu nunca revelei isso para ninguém, mas o dinheiro era parte dos meus motivos, e grande parte desses, para que me tornasse médica.

Nesse mesmo ano, eu comecei a ler muito e pesquisar também, e comecei a ver que a vida não era do jeito que eu idealizava, muito menos o mundo. A minha sede por mudança começou a incomodar, e eu conclui que a melhor forma de mudar qualquer coisa é pela educação.

Não foi nessa época que História se tornou minha matéria favorita, mas foi nesse ano que eu conheci o professor – de História – que mudou a minha vida. Ademir Corguinha é um cara barbudo e maneirinho, que me abriu os olhos para as desigualdades sociais e para as coisas ruim e boas do magistério, a carreira mais linda e digna que alguém pode escolher, ou ser escolhido por, como eu.

Quando eu conto essa história para qualquer um, me chamam de louca, dizem-me que eu vou passar fome, que eu sou nova e ainda posso mudar para outra coisa ou até mesmo que isso é doutrinação marxista do meu professor, mas não galera, não! Já está, e como está, feio isso tudo.

Quando se escolhe ou é escolhido para seguir carreira na educação, tem-se que estar disposto para lutar; ser professor é uma batalha diária, é todo dia levantar da cama para fazer a revolução e mudar o mundo. Se não for assim, nem precisa por o despertador. Ser ‘professoranda’ é acreditar no poder da mudança e da reabilitação social.

Infelizmente, nem tudo são flores. Ser professor é ser desvalorizado todos os dias – pelos alunos, pelos pais dos alunos e pelo sistema. É fazer greve e ser agredido por protestar em busca dos seus direitos, é ter que se moldar a um sistema de ensino do século XIX, e ai se não o fizer! Doutrinador! Esquerdopata! Petralha!

Eu escolhi ser professora por ideologia, e por ela eu vou lutar. Porque “quando se nasce pobre, ser inteligente é o maior ato de rebeldia contra o sistema”.

HistoUFF 2019.1, lá vou eu!

Um beijo, um abraço, fui!

GiouGiou =)

gio

Giovanna Abraçado Quitete tem dezesseis verões completos, é papagoiaba, nascida na Grande Rio de Janeiro, seu apelido favorito é ‘GiouGiou’ e sonha – e vai – ser professora de História. Gosta de ler, de ouvir Elis Regina e de visitar museus. No Instagram ela é @ggquitete, no Twitter ela também é @ggquitete e no Snapchat é só tirar o @ e ela é ggquitete.

#DicadaDay: Sabonete Anti-acne da Nixoderm S

nixoderm

Oiii pessoal! Como vocês estão?

O post de hoje foi um pedido da Alana quando comentei com ela que estava cuidando mais da minha pele. Ela achou um máximo porque temos peles bem diferentes, e vai ser uma boa falar de outros tipos de produtos aqui. Espero que gostem 😉

Eu tenho a pele mista, com tendência a acne e isso sempre me incomodou, mas de um tempo pra cá a preocupação ficou maior e resolvi me cuidar mais. Esse sabonete foi uma super dica da minha amiga Brenda, e vem me ajudando bastante. Com 10% de enxofre e 2% de ácido salicílico ele promete uma limpeza profunda dos poros, reduzindo a acne e a oleosidade e é de uso diário.

Ele vem em algumas versões, e infelizmente quando eu fui na farmácia só tinha o para pele excessivamente oleosa, por pressa comprei mesmo assim e uso somente uma vez ao dia. Mas a embalagem recomenda 2 a 3 aplicações diárias.

Já uso a um mês e sinto bastante diferença, reduziu a acne e cravos, além de remover 80% da oleosidade da minha pele e melhorar MUITO a aparência dos poros. O preço dele na farmácia que comprei estava por R$15,00, o que eu acho bom porque produtos para pele oleosa são bem mais caro.

Recomendo que usem! E se gostaram desse tipo de post me falem porque pretendo trazer mais resenhas do que uso para vocês! Super beijo!

-Dayane 

#DicadaDay: Fotografando o céu

fotografandooceu

Oii pessoal! Como vocês estão?

O post de hoje é sobre uma coisa que eu amo de paixão: fotos do céu!

Eu sou apaixonada com o céu, ele me traz calma, me ajuda a pensar nas coisas, me inspira a orar, sempre que não estou bem eu olho para o céu e claro quando to feliz também 🙂 E nessas minhas olhanças pro céu sempre me aventuro a tirar fotos dele, e quem não gosta não é mesmo? É uma paisagem incrível *–*

Pra suas fotos ficarem mais bonitas eu trouxe umas dicas pessoais (lembrando que são o que eu faço, não sou especialista em fotografia e não entendo nada técnico do assunto) e fotos inspiradoras que encontrei por ai.

1° dica: Saiba configurar a sua câmera.

Seja seu celular, sua câmera portátil ou câmera profissional, o segredo da boa foto é saber mexer nela. Tem vários modos que ajudam. Eu gosto muito do modo Paisagem para fotos do céu. Tem também os específicos como: Pôr do Sol, Praia, Neve que interferem na iluminação da foto.

2° dica: Use efeitos, não abuse deles.

De boa? O céu é lindo por si só! Colocar efeitos super pesados ou vários em uma foto só detona ela!

3° dica: Tire fotos em horas variadas.

A posição do sol é super importante nas fotos. Horas diferentes = resultados diferentes *–*

Agora vamos as inspirações ❤

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Também gosta de tirar fotos do céu? Posta lá no insta com a hashtag #FotografandoOCéu , vou adorar ver as fotos de vocês.

Beijos, até quarta pessoal *–*

-Dayane Enes